Cuidar da pele também significa observar suas mudanças.
O câncer de pele reúne diferentes tipos de tumores que podem se desenvolver a partir das células da pele. Algumas formas são mais frequentes e apresentam características diferentes entre si.
A identificação de alterações suspeitas e a avaliação dermatológica são importantes para que cada caso possa ser analisado de maneira adequada.
O que é câncer de pele?
O câncer de pele ocorre quando células da pele passam a se multiplicar de maneira anormal e descontrolada, formando um tumor.
Existem diferentes tipos de câncer de pele. Entre os mais conhecidos estão o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.
Embora tenham características distintas, alterações persistentes ou suspeitas na pele devem ser avaliadas por um dermatologista.
Nem todo câncer de pele se apresenta da mesma forma.
Os diferentes tipos apresentam características próprias, e a avaliação médica é necessária para definir a natureza de uma alteração.
Conhecer essas diferenças ajuda a compreender por que uma lesão nova ou que apresenta mudanças merece atenção.
Carcinoma basocelular
É um tipo frequente de câncer de pele, geralmente relacionado às áreas mais expostas ao sol.
Carcinoma espinocelular
Também pode surgir em áreas expostas à radiação ultravioleta e apresenta características que precisam ser avaliadas.
Melanoma
É um tumor maligno que se origina nos melanócitos e pode apresentar diferentes características clínicas.
Quais alterações merecem avaliação?
Nem toda pinta, mancha ou ferida representa câncer de pele. No entanto, algumas mudanças podem justificar uma avaliação dermatológica.
Uma lesão que surgiu recentemente, apresentou mudanças de tamanho, formato ou coloração, ou uma ferida que não cicatriza merece atenção.
Sangramentos, alterações persistentes, crescimento ou mudanças no aspecto de uma lesão também podem levar o dermatologista a indicar uma investigação mais detalhada.
Uma alteração na pele não deve ser diagnosticada apenas pela aparência.
Fotografias e informações disponíveis na internet podem ajudar na orientação, mas não substituem a avaliação de um dermatologista. A investigação adequada depende das características de cada caso.
Qual é o papel da dermatoscopia?
Em determinadas situações, o dermatologista pode utilizar a dermatoscopia como exame complementar para observar com maior detalhe estruturas e padrões presentes em uma lesão.
O exame pode auxiliar na avaliação de lesões pigmentadas e contribuir para a decisão sobre acompanhamento ou necessidade de investigação complementar.
Quando uma lesão apresenta características suspeitas, outros procedimentos podem ser indicados. Dependendo do caso, a avaliação pode incluir uma biópsia de pele.
A proteção da pele faz parte do cuidado ao longo da vida.
A exposição à radiação ultravioleta é um dos principais fatores relacionados ao desenvolvimento de câncer de pele.
Medidas de proteção solar e atenção às mudanças da pele fazem parte dos cuidados preventivos.
O acompanhamento dermatológico também pode ser importante para pessoas com maior risco ou com histórico de alterações cutâneas.
Proteção solar
Reduzir a exposição excessiva à radiação ultravioleta é uma medida importante de cuidado com a pele.
Observe sua pele
Perceber novas alterações ou mudanças em lesões existentes ajuda a identificar quando procurar avaliação.
Avaliação dermatológica
O dermatologista pode avaliar a pele e indicar exames ou procedimentos quando necessário.
Sua pele merece atenção quando algo muda.
Uma avaliação dermatológica permite analisar alterações da pele e definir, quando necessário, quais exames ou procedimentos são indicados.